H  r u s   s a i u   p a r a   d e r r o t a r   S e t .   E l e   f i c o u   n a   p r o a   d e   u m a   b a r c a  a   p r o t e g i d a   p e l o s   f e i t i  o s   d e   I s i s .   E l e   l e v o u   u m a   l a n  a   d e   c a  a   e   T h o t h   i n v o c o u   g r a n d e s   f e i t i  o s   s o b r e   a   a r m a   e s p l e n d i d a   d e   H  r u s .   A   l a n  a   b r i l h a v a   e   r e l u z i a .   S e t ,   n a   f o r m a   d e   u m   g r a n d e   h i p o p  t a m o   v e r m e l h o ,   a t a c o u   a   b a r c a  a   d e   H  r u s ,   m a s   o s   f e i t i  o s   d e   I s i s   p r o t e g e r a m ,   e   a   b a r c a  a   f i c o u   i n t o c a d a .   C o m   u m   p o d e r o s o   e s f o r  o ,   H  r u s   e n f i o u   a   l a n  a   b r i l h a n t e   n o   p e s c o  o   d o   h i p o p  t a m o   e   S e t ,   a s s a s s i n o   d e   O s  r i s   e   i n i m i g o   d e   R  ,   f o i   d e s t r u  d o .   